Após relações tumultuosas devido ao Golpe de Estado
PM defende presença da CPLP no país
Bissau, 02 Jul. 13 (RDGB) - O Primeiro-Ministro, Rui Barros manifestou segunda-feira o seu interesse em ver a Comunidade dos Países da Lingua Portuguesa (CPLP), a acompanhar de perto o processo de transição e a articular estratégias com outras organizações que ajudam a Guiné-Bissau a voltar a normalidade constitucional.
“A Guiné-Bissau como membro da CPLP gostava que ela esteja no terreno a participar no processo de transição à semelhança da CEDEAO, União Africana, UEMOA e a própria Nações Unidas”, declarou o chefe do executivo numa entrevista aos órgãos públicos.
Rui Barros admite que aproximação da CPLP pode tornar mais fácil o dialogo no quadro dos esforços para a retoma da normalidade na Guiné-Bissau.
“Eu penso que o espírito de qualquer uma dessas organizações é o de ajudar a Guiné-Bissau a concluir a transição de forma pacífica, e a ultrapassar os diferentes problemas que enfrenta há vários anos, de maneiras que, encorajamos a presença da CPLP”, reforçou o Primeiro-ministro.
Rui Duarte de Barros consderou frut´fero o primeiro encontro que teve com o Secretário Executivo da CPLP, Isaac Murade Murargy aquando da sua visita à Guiné-Bissau, em que, segundo disse, “as coisas correram muito bem porque houve abertura e o diálogo entre as partes”.
O PM disse estar satisfeito pela forma como está a desenrolar o processo de transição neste momento, sobretudo com o apoio da CEDEAO e do próprio Representante do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ramos Horta que “está a jogar um papel muito importante” na aproximação das partes e procura de melhores soluções para o país.
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